Deputado Mauro Moraes afirma que policiais terão aumento significativo nos salários
Publicado em: 06/02/2012 - 18:15 | Atualizado em: 19/05/2012 - 02:45
Publicado em: 06/02/2012 - 18:15 | Atualizado em: 19/05/2012 - 02:45
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| Presidente da Comissão de Segurança Pública da Alep, deputado Mauro Moraes garante que salário da polícia militar só não vai superar o pago no Distrito Federal |
Em foco tanto pelas manifestações pedindo melhores salários quanto por operações que fugiram do controle, a polícia pode ter boas surpresas. Em luta pelo cumprimento da Emenda 29, que prevê investimentos mínimos em cada setor, a classe militar poderá ter, segundo o presidente da Comissão de Segurança Pública da Assembleia Legislativa do Paraná, deputado Mauro Moraes, o segundo maior salário do país.
Para o parlamentar, os recentes episódios envolvendo atuação da polícia - no último dia 26, policiais civis fecharam um cassino em uma ação considerada pelo delegado geral da Polícia Civil, Marcus Michelotto, como clandestina e neste domingo protagonizaram cenas de guerra no Largo da Ordem -, não têm nenhuma relação com um possível descontentamento com a situação trabalhista.
"Nós vamos dar o maior salário militar já existente no Paraná. O governador já afirmou que vamos pagar as duas polícias com subsídios. Não há razão para vincular um ato a outro", disse o deputado.
No próximo dia 14, Moraes se reúne com representantes do governo para definir o vencimento corrigido dos policiais, que pode, de acordo com ele, chegar a R$ 4000.
Comandante da PM deve ser convidado para dar esclarecimentos
O deputado Mauro Moraes pretende convidar o comandante da polícia militar, Roberson Bondaruck, e o sub-comandante da corporação, Cesar Alberto Souza, para uma reunião extraordinária da comissão. "Isso é para que eles possam nos dar uma justificaticação exata do que acontece", explicou.
Nenhuma investigação deve ser aberta. Para Moraes, a ação da polícia foi certeira, mas perdeu o controle. "Eu acho que a polícia tem que agir. Como depois não deu pra controlar, nós pretendemos saber o que realmente aconteceu", destacou.
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