“A negociação falhou e não se pode descartar a greve”, diz coronel da PM
Publicado em: 16/02/2012 - 11:32 | Atualizado em: 18/05/2012 - 12:06
Publicado em: 16/02/2012 - 11:32 | Atualizado em: 18/05/2012 - 12:06
“Decepcionante e manipuladora”. É desta forma que o coronel Eliseu Furquim, da Associação de Defesa dos Direitos dos Policiais Militares (Amai), definiu a proposta do governo do estado para o reajuste da categoria. Em entrevista à Banda B, nesta quinta-feira (16), Furquim disse que “a proposta é recheada de manipulações e não prevê o pagamento do subsídio, conforme havia sido prometido”.
Segundo o coronel, a etapa de negociação falhou e a possibilidade de greve ganha força. “Nós não queremos isso, mas mediante a maneira como estamos sendo tratados, isto seria uma última consequência”, apontou.
O governador Beto Richa disse em entrevista a RPCTV que pediu máximo esforço para que as reivindicações sejam atendidas. Uma nova reunião entre governo e representantes da PM está marcada para a próxima quinta-feira (23), no entanto, Furquim não tem nenhuma expectativa quanto a esta negociação. “Já não esperamos mais nada”, decretou.
Para conferir a proposta do governo, clique aqui.
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Apesar de ser digno o pedido dos policiais militares e se realmente eles entrarem em estado de greve, infelizmente eles não vão levar nada, pois a atual política, é bater de frente e continuar batendo até o fim, os mandatários não vão "abrir as pernas" para a classe policial, haja vista que o braço não será torçido, a não ser que eles, "policiais", aceitem o que o poder lhes der, e como lhes convier.