Rafinha e Emerson vão ficar
Atualizado em: 21/11/2011 - 12:13
Deixando de lado as histórias e estórias do futebol, quero aproveitar este espaço e destacar a atualidade do Coritiba.
Depois da vitória sobre o Santos 1x0, o verdão ainda sonha
com a libertadores do ano que vem. E aí entra o planejamento para
Com o Coritiba envolvido com os jogos finais do Brasileiro e Luiz Alberto
tratando da saída da sua empresa do Avaí, rebaixado para a série B, as
conversas para o ano que vem estão em ritmo lento. Mas já há algumas
diretrizes. "O Coritiba já me pediu para não negociar o Emerson e o
Rafinha de jeito nenhum. O clube tem um grande projeto para 2012", me disse
Luiz Alberto. Na nossa conversa, não falamos dos outros seis jogadores, quatro
deles com contrato pelo menos até o fim do ano que vem.
O grande projeto passa pela classificação à Libertadores e a menção aos dois
jogadores é uma resposta a rumores de mercado. Emerson e Rafinha são os
jogadores mais valorizados do Coritiba. O Grêmio já fez até proposta oficial
por Emerson, recusada pela Coritiba e pelo jogador. O São Paulo tem Emerson em
uma lista de possíveis substitutos para Rhodolfo, na mira do futebol italiano.
Por ter a maior parte dos direitos econômicos dos dois jogadores, o Coritiba
tem autonomia para mantê-los. Emerson e Rafinha já manifestaram o interesse em
cumprir seus contratos, ambos com vencimento em dezembro de 2013. Somente uma
proposta fora da realidade pode fazê-los mudar de ideia.
Sobre a possibilidade de jogadores do Avaí virem para o Coritiba ano que vem (já se falou
em Júnior Urso e Lincoln), Luiz Alberto não negou e nem confirmou. Disse que é
preciso esperar o fim da participação do Coritiba no Brasileiro e a L.A.
finalizar a amigável saída do Avaí. Uma
saída que pode se estender ao Paraná, onde a L.A. tem alguns jogadores, mas não
mantém a mesma influência de outra época.
Luiz Alberto deixou clara a intenção de se posicionar apenas como um
investidor (sua situação no Coritiba), não mais como um gestor, sua função no
Avaí de agora e na primeira fase da parceria da empresa com o Paraná. Assim, a
manutenção dos laços da L.A. com o Tricolor depende da confiança administrativa
que a empresa sentir na próxima diretoria. Em resumo: se puder apenas colocar o
jogador lá e dar suporte a ele fora de campo, sem precisar se envolver com a
política do clube.